Governo começa com choque de gestão da administração

 

Em seu discurso de posse o prefeito Fernando Gomes prometeu rigor na gestão dos recursos e cobrou transparência na ação de cada secretaria, além de uma agenda positiva a ser implementada com a melhoria dos serviços públicos de limpeza urbana, bem como com a criação de linhas diretas de comunicação com a população com relação à coleta de lixo, iluminação pública, abastecimento de água e facilitando o acesso da população a denúncias das pessoas da comunidade.

Uma das medidas implementadas nesta etapa pelo secretário de Administração, Dinailson Oliveira é o recadastramento dos servidores de todas as unidades da administração direta e indireta, o que inclui empresas públicas e fundações, que começa na próxima segunda-feira. O sistema, com suporte da equipe de tecnologia da informação, terá suporte de tecnologia digital e deve mobilizar cerca de seis mil servidores de todas as secretarias e demais unidades da administração municipal.

A Secretaria de Administração também implanta ainda nos próximos dias  Dique Lixo e Disque Luz e outros serviços com suporte de telefonia e de sistemas digitais. Ainda com o objetivo de melhorar a prestação de serviços públicos aos contribuintes e cidadãos itabunenses, a Sead está investindo no desenvolvimento de sistemas digitais o que vai permitir acelerar o andamento dos processos na área fiscal e administrativa obedecendo como prioridade o cronograma e as datas de seu registro.

Transparência

Outra preocupação do governo, segundo Dinailson Oliveira, é com relação à transparência na gestão dos recursos e  isso  envolve inclusive  os valor da contratação da empresa de coleta, varrição e destinação do lixo, a Biosanear.

Segundo o secretário, na gestão passada o valor pago mensalmente apenas para a coleta de lixo era de R$ 875 mil, e com reajuste, caso a empresa continuasse atuando agora no mês de janeiro, o custo passaria para R$ 986 mil. Ele destaca que esse valor era destinado exclusivamente para o serviço de coleta de lixo, deixando de fora os outros 15 itens de serviços de limpeza urbana, como varrição de rua, pintura de meio fio, retirada de entulhos, locação de máquinas, limpeza das feiras livres, entre outros, que gerava mais custos adicionais para o governo de mais de R$ 1  milhão, um custo R$ 300 mil acima do contratado agora pelo governo municipal.

Dinailson informou ainda que, após esses dois meses de contrato de emergência, será realizada uma licitação definitiva para a contratação de uma nova empresa responsável pela limpeza pública. A licitação será feita através de um pregão eletrônico, onde qualquer empresa capacitada de todo o país pode participar para assumir o serviço em Itabuna, uma cidade com 220 mil habitantes, dos quais 95% vivendo na área urbana.

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