Estado intensifica ações de controle do vírus da febre amarela

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e a Secretaria da Saúde de Salvador intensificaram as ações de controle do vírus da febre amarela na capital baiana. Cerca de 400 mil doses extras da vacina foram liberadas nesta quarta-feira (29), a fim de imunizar os indivíduos que não possuem duas doses registradas no cartão de vacinação.

Devido à confirmação de casos de febre amarela em quatro macacos, nos bairros da Vila Laura, Paripe e Itaigara, em Salvador, detectados precocemente pela vigilância epidemiológica estadual e municipal, o processo de vacinação foi intensificado. No total, serão disponibilizadas 2 milhões de doses para atingir a cobertura vacinal de 100% da população que ainda não está imunizada. Considerando que quem tomou uma dose da vacina nos últimos 10 anos encontra-se imunizado contra a doença.
Na avaliação do secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, a cooperação entre Estado e municípios é fundamental para garantir que a febre amarela não contamine humanos na Bahia. “Não temos nenhum caso confirmado em seres humanos em nosso estado e um dos motivos é que estamos atuando de modo preventivo. O governador Rui Costa determinou, desde janeiro, um bloqueio vacinal nas regiões oeste, Extremo Sul e sudoeste do estado, em virtude da situação epidemiológica da febre amarela no país, com a ocorrência de óbitos em São Paulo, Goiás e Minas Gerais, incluindo regiões que fazem divisa com a Bahia”, destaca Vilas-Boas
O secretário aponta ainda que, desde janeiro, a vigilância epidemiológica do estado vem executando o plano de ação elaborado para a prevenção da febre amarela nos municípios com epizootias (morte de macacos), com o objetivo de adotar precocemente medidas para evitar a ocorrência da doença em humanos, como aquelas realizadas atualmente na capital baiana.
Ações
A Sesab, em sintonia com a Secretaria da Saúde do Município de Salvador, foi além da vacinação. A busca ativa de casos suspeitos em toda a área delimitada e a aplicação de inseticida utilizando o UBV (Ultra Baixo Volume) costal na área da epizootia e o UBV veicular na sede são exemplos das intervenções das equipes de vigilância epidemiológica.
Com o objetivo de intensificar o monitoramento da área, foi implantada a notificação negativa diária de febre amarela, estabelecendo, assim, um fluxo de informação entre as unidades de saúde do município com o estado. Além disso, foi recomendada a implementação da Sala Municipal de Coordenação e Controle com a participação das diversas secretarias municipais, sob a coordenação do Estado, para estabelecer e realizar ações intersetoriais de combate ao Aedes aegypti.
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