Bolsonaro chega para superar presidencialismo de coalizão, diz cientista político

O presidente Jair Bolsonaro tem oportunidade histórica de fazer as reformas estruturantes na economia brasileira e reverter vícios do chamado “presidencialismo de coalizão”. Deve fazer isso logo no início do mandato, aproveitando a sua popularidade e a alta capacidade de comunicação direta. As avaliações são do cientista político Paulo Kramer, professor aposentado da Universidade de Brasília e, há 25 anos, assessor parlamentar e consultor de empresas para análises políticas. Kramer trabalhou como consultor voluntário da campanha de Jair Bolsonaro no Grupo de Brasília, coordenado pelo general Augusto Heleno, desde o dia 1º janeiro ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Brasília – Paulo Kramer saindo da Justiça Federal, após depoimento (Elza Fiuza/Agência Brasil)
Paulo Kramer diz que governo Bolsonaro chega para superar presidencialismo de coalizão – Arquivo/Elza Fiúza/Agência Brasil
Na entrevista à Agência Brasil, o especialista expõe que o governo recém-empossado pode fazer de imediato a reforma da Previdência Social e inaugurar um relacionamento com o Congresso Nacional, articulado pelas bancadas temáticas, menos dependente de troca de favores por meio de emendas parlamentares ou distribuição de cargos.

Abaixo os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil: O que esperar do Congresso que assume em menos de um mês?

Paulo Kramer: É um Congresso que veio na esteira de uma grande renovação, que por sua vez refletiu o anseio de mudança do eleitorado, a indignação com a corrupção, e a impaciência com a longa e profunda crise econômica legada pelo petismo. É uma nova classe política muito sensível à movimentação das redes sociais.

Agência Brasil: O novo Congresso tem perfil colaborativo para a agenda de reformas?

Paulo Kramer: Esse Congresso reflete em grande medida as prioridades que estão na cabeça da maior parte da sociedade brasileira. É um Parlamento mais conservador nos costumes, mais rígido no que diz respeito ao combate ao crime organizado, mas não é necessariamente um Congresso mais reformista. O Brasil é um país pouco escolarizado, a educação é muito ruim. Uma população assim tem dificuldade em associar causa e efeito. A maioria da população não vê, por exemplo, a reforma da Previdência Social como uma prioridade, só que é uma prioridade. Se o rombo fiscal crescente que o déficit da Previdência traz não for resolvido, não haverá dinheiro para outras prioridades como educação, saúde, segurança, etc.

Agência Brasil: Como será a tramitação da reforma da Previdência Social?

Paulo Kramer: A reforma da Previdência, pelo longo tempo que ela ficou exposta ao debate público, se avançou consideravelmente no grau de compreensão da sociedade ou, se não, no grau de compreensão das elites formadoras de opinião quanto à necessidade e urgência de fazer a reforma. Existe um caminho que já foi percorrido que o governo de Jair Bolsonaro poderá aproveitar e até acentuar isso em razão da comprovada capacidade de comunicação do presidente da República. Na campanha, ele usou muito bem as redes sociais para falar, sobre a cabeça das elites políticas e dos meios de comunicação tradicionais, diretamente com o grande público. Se ele estiver convencido dessa necessidade, que é martelada diariamente pela equipe econômica, acredito que a reforma avançará sim e chegará a bom termo.

Agência Brasil: O senhor acredita que avança neste semestre?

Paulo Kramer: Acredito que sim. A janela de oportunidade para fazer a reforma é curta, fugaz e passageira, porque existe uma tendência natural com o passar do tempo de que as pessoas percebam um hiato entre as suas aspirações e a realidade, a capacidade dos governos de entregarem o que se esperava. Aí a popularidade vai diminuindo. Então, tem que ser o mais rápido possível sim.

Agência Brasil: O que o senhor acha que vai acontecer com chamado presidencialismo de coalizão?

Paulo Kramer: Nesses últimos 30 anos, ele foi sofrendo distorções, em grande medida ligadas à sua própria estrutura. A Constituição [de 1988] criou um regime que é presidencialista mas guarda semelhanças importantes com o sistema parlamentarista, no qual é preciso distribuir pastas e postos aos partidos representados no Congresso de maneira a ter suas proposições aprovadas pelo Congresso. Com o tempo, isso gerou muita distorção: toma lá, dá cá, uma barganha que foi crescentemente percebida como ilegítima porque deu muita margem para corrupção, a troca de emenda de orçamento, e de cargos públicos para votação de proposições do Executivo. O presidente Bolsonaro chega com um mandato claro para superar, ou pelo menos corrigir essas distorções mais flagrantes do presidencialismo de coalizão. Como existe uma pressão permanente da opinião pública, pelas redes sociais e pelos meios de comunicação, acredito que possamos caminhar sim para uma política mais limpa e transparente.

Agência Brasil: Mas haverá resistência no próprio Congresso?

Paulo Kramer: Sim. Houve uma grande renovação, mas uma parte do velho Congresso continua. Mesmo aqueles que chegaram nessa onda de mudança têm aspirações de continuar na carreira política e trocar de posto. Até agora, isso foi feito dentro daqueles mecanismos de barganha do presidencialismo de coalizão. Contra isso grande parte do eleitorado se insurgiu.

Agência Brasil: Há quem defenda que o governo tenha relacionamento preferencial com as bancadas temáticas, como empresários do agronegócio, evangélicos, da segurança pública. Que vantagem tem essa opção em vez do relacionamento com os partidos políticos? Dá para fazer isso visto que os regimentos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal são fundados na existência dos partidos?

Paulo Kramer: Dá se o governo souber aproveitar a janela de popularidade. Mas você tem razão. Está tudo centrado, regimentalmente falando, nas estruturas partidárias. Agora, os líderes dos partidos [no Congresso] e os presidentes das legendas estão atentos à boa vontade e lua de mel da população com o governo. Enquanto esse momento durar, acredito que os líderes partidários tenderão a aceitar as regras impostas pelo governo.(Agência Brasil)

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Um remédio que transcende os limites da auto ajuda

garrido.jpg“Pílulas do Bem Viver – sua dose diária de reflexões”, do psicoterapeuta e coach com formação em recursos humanos e TOC pela New York University, professor Garrido, reúne em 112 páginas, uma série de considerações sobre questões terapêuticas, sentimentos, relacionamentos, acontecimentos, atitudes e comportamento, fatores que fazem parte do cotidiano das pessoas em toda a sua vida social e definem a nossa dimensão humana.
Em a ansiedade, texto que abre o conjunto das pílulas terapêuticas, ele cita Freud dizendo sofremos de “Fantasia Catastrófica de Futuro”, o que gera preocupação, nos deixando ocupados previamente com o que poderá ou não acontecer. Um antídoto contra a ansiedade seria o uso da racionalidade pois, “a ansiedade é como estar almoçando e só pensando na sobremesa”. Em casos mais graves, recomenda-se medicação e terapia. Remédios naturais para a ansiedade são controle da respiração, meditação, Yoga, entre outras técnicas que ajudam a controlar a mentes, também conhecida como a louca da casa.
O conjunto de pílulas terapêuticas inclui ainda além da reflexão sobre a ansiedade, considerações sobre o arrependimento, uma grande fonte de sofrimento para os seres humanos; carências afetivas, causadoras de muitas das nossas mazelas como obesidade, consumismo desenfreado e influi até mesmo na escolha equivocada de parceiros amorosos, depressão e outros vícios nocivos às pessoas. Os textos incluem ainda questões abrangentes sobre depressão, sexualidade, traumas e um assunto do nosso tempo: o pensamento corporativo com suas disputas, muito nocivo ao equilíbrio e à saúde mental.
A segunda parte do livro é dedicada às pílulas do sentimento, onde se incluem o amor, a alegria, o ciúme e a inveja, pois invejamos o que o outro apresenta e posta em rede social, ou seja, a sua máscara social, pois como ensinou Freud, “a máscara social do outro é sempre mais poderosa que a nossa.” A relação inclui ainda considerações reflexivas sobre o medo e fobias, a paz, a raiva, saudade, a solidão, que pode ser a dois, além da soberba e da tristeza.
O terceiro capítulo, nos situa no âmbito dos relacionamentos ao analisar de forma sucinta sobre o casamento, as pessoas difíceis que convivemos no dia, além de incluir considerações sobre a família, em que se inclui, os filhos, a mulher, a mãe, a sogra, a vida a dois, a amizade e a esperança, que segundo dizem é a última que morre.
Já a parte referente à pílula dos acontecimentos, reúne considerações sobre o fracasso, lembrando que vivemos na sociedade do espetáculo, dos vencedores e exibicionistas que buscam o seu momento de fama, com “todo o mundo bonito e feliz, exercendo com avidez o seu narcisismo de todos os dias nas redes sociais”, porque Narciso acha feio o que o não é espelho.
Outra questão é a do luto, da separação e das perdas, que podem ser no amor ou no emprego e mesmo nas finanças, o que tem seu remédio no tempo inexorável, que pode ser cronológico ou psicológico, mas que não tem retorno, com opções de mudanças e a expectativa de um sempre possível recomeço.
No conjunto da pílula das atitudes, o livro nos leva a refletir sobre considerações para desacelerar o pique das atividades que nos absorvem, orientando sobre as escolhas com suas múltiplas opções e sobre a esperança, pois, como disse Fernando Pessoa com otimismo, “no fim tudo dá certo, se não deu certo é porque não chegou ao fim.
O capítulo trata ainda da gratidão, da paciência, do perdão, da preguiça -porque a vida precisa de pausas-, do saber e do silêncio, pois existe uma hora de calar e outra de falar.
Por fim, na dose pílulas do comportamento, Garrido analisa a questão da avareza, um dos pecados dos capitais, em função do apego ao dinheiro e aos bens materiais, e que seria a raiz de todo o sofrimento. Ao tratar do apego, o livro nos remete a uma máxima budista sobre a impermanência e a transitoriedade da vida, mas também fala dos sete pecados capitais, da preocupação, da vaidade como uma forma de egoísmo e termina nos falando da sinceridade, temas que transcendem aos limites da auto ajuda e se insere no campo da filosofia e da psicologia abrindo espaço para aprofundamento com reflexões sobre a vida. (Kleber Torres)

‘Wikinomia’ dá o tom em novo capítulo de web série sobre o hip hop promovida pela Sony Brasil

Estreou em dezembro o segundo episódio da web série ‘Batendo Osso’, que conta a história de Bboy Pelezinho e dos Bboys Neguin e Lukas Galante, da Tsunami All Stars. A Sony aproveitou seu novo portfólio de áudio, que conta com uma série de mini systems sob a consagrada marca Muteki e caixas de som portáteis ainda mais resistentes, para ambientar a produção. O capítulo pode ser acessado através do link http://bit.ly/sonywebserie-cap2.

Neste episódio, a web série explora o conceito de ‘wikinomia’, que consiste em uma economia colaborativa, criativa e em sintonia com novos modos de relacionamento entre as empresas e a sociedade. Dentro deste novo contexto de mercado e buscando formas de proporcionar um engajamento emocional entre a Sony Brasil e seus consumidores, o material apresenta a evolução do breakdance no país, mostrando que o Brasil tem muito mais do que apenas samba e futebol como produto de exportação.

Bboy Pelezinho durante a gravação da web série

“Como líder de mercado e criadora de tendências, a Sony está sempre buscando formas de se conectar com seus públicos e oferecer experiências e histórias relevantes. Ao criar esta web série, ampliamos nosso relacionamento com o consumidor que curte música, dança e movimentos como o break dance”, completa Marcelo Gonçalves, gerente de Marketing e Comunicação da Sony Brasil.

Para Roberto Eckersdorff, presidente da aunica Interactive Marketing, “o projeto marca a consolidação de nossa atuação no segmento de Marketing OnLife, em que o foco é no consumidor e na experiência, e não apenas no canal de comunicação utilizado. Tudo isso sempre embalado por dados, análises e estudos que expliquem, comprovem e justifiquem o investimento, sem perder a criatividade”.

Estrelas do novo episódio

Bboy Pelezinho ficou conhecido no mundo inteiro em 2005, quando participou pela primeira vez da final mundial do Red Bull BC One, competição internacional de breakdance promovida pela marca de energéticos. De lá pra cá, seu estilo único no break – que mistura capoeira, samba e outras brasilidades – se tornou sinônimo de excelência. Além de já ter ganhado mais de 15 prêmios e participado de mais de 40 competições, hoje ele faz parte das “crews” (equipes) Red Bull BC One All Stars e Tsunami All Stars.

Os outros protagonistas também não ficam para trás. Dançarino de estrelas mundiais como Madonna e Justin Timberlake, Bboy Neguin é o único latino-americano com o título de campeão mundial no Red Bull BC One e o participante que mais carrega títulos em competições internacionais. Para completar o elenco, a web série traz ainda o Bboy Lukas Galante, que é integrante da trupe Cirque Du Soleil em Las Vegas e um dos grandes nomes que representam o Brasil no breaking mundial.

Algumas cenas da produção foram filmadas com um dos lançamentos da linha Xperia para 2018: o Xperia XZ2, primeiro smartphone a utilizar gravação de filmes em 4K HDR, além de possuir outros recursos como o Motion Eye™ com super slow motion.

Para conhecer toda a linha de áudio utilizada na web série, acesse: http://bit.ly/audio-webserie2.

Oficina gratuita de teatro no TMI

O ator global Amaurih Oliveira, coordena neste domingo (6) e na segunda-feira (7), das 16 às 18 horas, no auditório Sosígenes Costa, sede da Secult, localizado no calçadão da Rua Jorge Amado, 21, centro histórico de Ilhéus, uma oficina gratuita de teatro, com 40 vagas por turma.
Amaurih Oliveira é ator, graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e possui no currículo mais de 15 montagens teatrais. O ator Já trabalhou em projetos de televisão, a exemplo das novelas “A Regra do Jogo” e “Segundo Sol”, além do seriado “Pé na Cova”. No cinema, participou de cinco longas metragens, dentre eles o filme “Irmã Dulce” e o longa “Travessia”. Atualmente, Amaurih Oliveira reside no Rio de Janeiro, onde trabalha em peças teatrais, em novelas de televisão, atuando também em filmes e na publicidade.

Itacaré implanta sinalização para garantir mais segurança aos banhistas

Com o objetivo de garantir mais segurança para aos banhistas e evitar acidentes e afogamentos, a Prefeitura de Itacaré implantou mais uma vez a sinalização de toda a Praia da Concha, um dos locais mais procurados pelos itacareenses e turistas, definindo os espaços para o banho e também para a chegada das embarcações. Em toda a praia foram colocadas boias e bandeiras sinalizando os espaços. No local destinado aos banhistas não será permitida a circulação de embarcações.

Também foi destinado um espaço, próximo ao acesso ao farol, para que os barcos façam o embarque e desembarque de passageiros. A iniciativa, segundo o prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, vai facilitar ainda mais o trabalho dos salva-vidas, já que além de evitar a circulação das embarcações junto com os banhistas, também estará sinalizando quanto aos espaços propícios para um banho com muito mais segurança.

Consultor analisa oportunidades e expectativas financeiras para 2019

O ano já começou e muitos estão na expectativa de um período positivo e com muitas realizações pessoais, profissionais e principalmente financeiras, uma vez que é importante manter a vida financeira em dia, o que garante um ano tranquilo e cheio de oportunidades.

A grande expectativa está com as diversas opções de investimentos, muitas dúvidas surgem quando se trata deste assunto, uma vez que mesmo com a tendência positiva para 2019, não podemos arriscar em qualquer produto financeiro ou suposta oportunidade de alavancar a vida financeira.

Segundo o especialista em Educação Financeira e Fundador do Grupo The One, Uesley Lima, é importante se atentar as notícias e ficar de olho nos números positivos da economia durante o ano de 2018. Ele destaca a forte alta e valorização da Bolsa de Valores do Brasil, a Bovespa e adverte a importância de se olhar com atenção para esse tipo de investimento.

O Grupo The One, empresa onde Lima é o Fundador, se dedica a ensinar e treinar pessoas com ou sem experiência a operar na Bolsa de Valores e somente esse ano foram mais de 300 novos alunos formados no curso básico, que leva o nome de Trainee, neste curso o aluno aprende o fundamento, faz simulações e fica por dentro de como fazer melhores escolhas na hora em que começar a fazer suas operações. De acordo com Uesley, “Esse número já ultrapassou ao do ano passado, isso demonstra a importância que o brasileiro vem dando para este tipo de investimento que pode contribuir e muito com os objetivos destas pessoas”.

As pesquisas mais recentes mostram que o número de investidores da bolsa ultrapassou o do Tesouro Direto, em dezembro de 2017, eram 619 mil pessoas, em agosto deste ano o número teve um aumento considerável em um curto período para 730 mil, reforçando as expectativas de um ano novo próspero para essa modalidade de investimento.

O especialista ressalta outras modalidades de investimento, ele enumerou os principais para 2019:

Bolsa da Valores
Fundos Imobiliários
COE
Debêntures
Renda Fixa
Fundos de Investimento
Tesouro Direto

Temos vivenciado nos últimos anos um grande crescimento das alternativas de investimentos no mercado financeiro brasileiro. Esse momento é muito importante e traz mais opções, além de liberdade de escolha, a principal dica para quem nunca teve acesso é procurar uma corretora que consiga atender o seu perfil de investidor e dê segurança em todas as transações, reforça Lima.(DINO)

Novo governo sanciona 11 leis e veta benefício fiscal a empresas do Centro-Oeste

Entre as leis sancionadas estão a que regulamenta a profissão de psicomotricista e a que permite aplicação de provas em dias diferenciados a estudantes por motivo de crença religiosa

O presidente Jair Bolsonaro vetou a criação de benefícios fiscais para empresas que estão na área da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) ao sancionar a Lei 13.799/19, que prorrogou os benefícios para as superintendências da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene). A sanção faz parte de um pacote de 11 novas leis, as primeiras sancionadas pelo novo governo.

O benefício fiscal da lei é um desconto de 75% no Imposto de Renda das empresas das regiões incentivadas e valerá até 2023. O Ministério da Economia justificou o veto afirmando que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 não considerou a extensão dos benefícios para o Centro-Oeste.

Também foi sancionada a Lei 13.794/19, que regulamenta a profissão de psicomotricista, relacionada ao aprendizado e à maturação dos movimentos do corpo humano, e cria os conselhos regionais e federal da atividade.

Uma outra lei sancionada (13.796/19) é a que permite aos estudantes terem frequência escolar e aplicação de provas diferenciadas por motivo de crença religiosa.

O autor do projeto que deu origem à lei, deputado Rubens Otoni (PT-GO), ressaltou que a medida visa garantir “a liberdade religiosa e a expressão daqueles que têm dias da semana como dias sagrados e que, por isso, às vezes têm dificuldade de acesso à sala de aula e às provas”. “Isso cria constrangimento, dificuldade e até impedimento para avançar no seu direito à educação”, disse o deputado.

A proposta vale, por exemplo, para fiéis das religiões sabatistas, que guardam o período do pôr do sol da sexta-feira até o do sábado para se dedicar ao contato com o sagrado. É o caso de adventistas e batistas do sétimo dia.

Fundos do idoso
Outra lei sancionada (13.797/19) permite às pessoas físicas realizarem doações aos fundos do idoso controlados pelos conselhos municipais, estaduais e nacional diretamente na declaração do Imposto de Renda.

Antes, as doações a esses fundos precisavam ser feitas ao longo do ano anterior ao da declaração. Agora, poderá ser feita até o último dia de entrega da declaração de ajuste. Essa novidade só começa na declaração de 2020.

Também foram sancionadas as leis que conferem os títulos de capital nacional da maçã à cidade de São Joaquim, em Santa Catarina (Lei 13.790/19); e de capital nacional do moscatel à cidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul (Lei 13.795/19).(Agência Câmara Notícias)