O que podemos esperar da educação para 2019


A educação é um direito humano consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e reconhecido como fundamental na Constituição de 1988 para promover o pleno desenvolvimento do indivíduo, seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o trabalho. 

Tivemos avanços importantes na educação nos últimos anos: a criação da Base Nacional Comum Curricular, obrigatoriedade de ensino de quatro a 17 anos, criação de escolas profissionalizantes, expansão das universidades públicas, fomento para a ampliação de vagas no ensino superior privado, investimento em Ensino, Pesquisa e a Extensão, entre outras ações que trouxeram melhores perspectivas para o desenvolvimento da educação no Brasil. 

Investir em educação gera desenvolvimento sustentável 
Mesmo com investimento anual de cerca de 6% do PIB em educação pública, valor superior comparado à média dos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 5,5%, o Brasil ainda está nas últimas posições em avaliações internacionais de desempenho escolar. 

O acesso à educação precisa ser amplo, de qualidade e em nível nacional para que a pobreza e desigualdade social não seja transmitida de geração para geração. É um fator-chave para reduzir a pobreza, fomentar o crescimento econômico, aumentar renda, para que a sociedade seja mais pacífica e tenha mais chances de viver um futuro melhor, com mais oportunidades de emprego, saúde, respeito ao meio ambiente e mais participação política. 

A educação tem uma forte influência para a construção de uma sociedade saudável e um país sustentável, é um dos investimentos primordiais para estimular o desenvolvimento humano, social e econômico. A falta de continuidade e de implantação integral e macro das políticas educacionais tem um efeito retrógrado e que impacta diretamente em outras áreas, como na economia.

“A relação entre uma educação pública de qualidade e o crescimento econômico estão completamente integradas. Se temos uma educação pública de qualidade a tendência é ter um crescimento econômico melhor e constante. Se a educação pública é ruim, obviamente carrega o reflexo de um crescimento baixo”, afirma o professor do MBA Perícia e Auditoria Econômico-Financeira do Instituto de Pós-graduação e Graduação (IPOG), Marcus Teodoro. Investir em educação é investir na economia. 

Transformação integral na educação

O Caderno de Educação em Direitos Humanos do Brasil reconhece que a “educação deve afirmar valores e estimular ações que contribuam para a transformação da sociedade, tornando-a mais humana, socialmente justa e, também, voltada para a preservação da natureza”.

O ser humano é um ser físico, emocional, mental, espiritual e por isso a educação precisa ser vista como essa experiência de formação do ser humano como um todo. O coordenador do MBA em Liderança Integral & Gestão Organizacional (FranklinCovey) do IPOG, Luciano Meira, afirma que a educação forma o indivíduo para a vida toda. 

“A questão é como você forma o indivíduo e como ele passa a entender o mundo e a realidade em sua volta com uma mente crítica suficiente para tomar decisões pessoais que sejam boas para si, para os outros, para a sociedade e para o meio ambiente. É nesse sentido que a educação precisa caminhar”, ressalta Luciano. 

A educação no Brasil hoje é norteada pelo plano Nacional de Educação (PNE) que estabelece diretrizes, metas e estratégias para a política educacional dos próximos dez anos com o objetivo de garantir o direito a educação básica com qualidade para todos, reduzir as desigualdades e valorizar os profissionais da educação. 

Outro documento importante que temos é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Luciano Meira afirma que o BNCC já é uma evolução do pensamento em educação, está bem atualizado em relação a questões como inteligência emocional que precisa ser desenvolvida para formar o aluno para a sociedade para a vida e para o trabalho. 

Educação para o futuro do Brasil 
Recentes levantamentos mostram que a maioria dos alunos que estudam em instituições públicas superiores são oriundos de escolas privadas e com condições financeiras estáveis. Atualmente é claro perceber que são raras as instituições públicas que conseguem competir diretamente com as privadas, na maioria dos casos somente as superiores, mas se o aluno não tiver a qualidade de ensino elevada desde sua educação básica, a inserção em uma universidade pública se torna cada vez mais rara.

O Especialista em jornalismo internacional pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, e professor do curso de Gestão de Campanhas & Marketing Político do IPOG, Afif Sarhan, acredita que para o avanço e fortalecimento da educação o futuro Governo deve estar mais próximo dos municípios, em contato direto com os educadores dessas instituições, para que haja um entendimento real das necessidades de cada polo educacional do país.

É fundamental que haja em paralelo um investimento em Educação Inclusiva, o que além de proporcionar o acesso a todos a uma escola de qualidade, também permite o contato dos alunos com as diferenças presentes na sociedade. Hoje, por exemplo, é necessário que cada município adapte suas leis para que seja permitida a uma criança com deficiência sua inserção em um centro educacional infantil ou escola de ensino médio.

“O investimento na capacitação de professores é fundamental para a manutenção da qualidade do ensino, além de claro, valorização financeira. O professor precisa se sentir valorizado, e isso reflete automaticamente na sala de aula.”, acrescenta Afif Sarhan.

O futuro da educação também está em nossas mãos! Cabe à sociedade unir-se em prol de uma educação de qualidade, independente de partidos políticos, assim como somar energias para garantir um futuro digno desta força tão importante. Os esforços para avançar na qualidade educacional precisam ser priorizados. A educação de qualidade é necessária para a nossa sobrevivência. É fundamental. É urgente. (DINO)

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Sisu abre inscrições para mais de 235 mil vagas

Começam hoje (22) as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que vão até sexta-feira (25) na internet. Ao todo, serão ofertadas 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país.

Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Os candidatos poderão se inscrever no processo seletivo em até duas opções de vaga, especificando, em ordem de preferência, as suas opções em instituição de educação superior participante, com local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência.

O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro. A matrícula dos selecionados deve ser feita de 30 de janeiro a 4 de fevereiro.

Do dia 28 de janeiro ao dia 4 de fevereiro, os estudantes que não foram selecionados na chamada regular, em nenhuma das opções, podem manifestar o interesse em participar da lista de espera. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.

Nota de corte

Uma vez por dia, o sistema do Sisu divulga as notas de corte de cada um dos cursos disponíveis. Trata-se de uma estimativa com base nos candidatos inscritos até o momento. Embora não seja uma garantia da vaga, é possível usar a informação para orientar a escolha.

Durante o período de inscrição no Sisu, o candidato pode consultar, em seu boletim, a classificação parcial na opção de curso escolhido. A classificação parcial é calculada a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Trata-se, assim como a nota de corte, de uma referência e não de um garantia de vaga.

Durante o período de inscrição, o candidato pode modificar a opção de curso quantas vezes quiser. Será considerada no processo seletivo a última opção confirmada pelo estudante.

Aplicativo

Os candidatos podem acompanhar a inscrição pela internet, no site do Sisu, ou pelo aplicativo do sistema de seleção. Pelo app, é possível ter acesso às classificações parciais e notas de corte, ver o resultado final e a lista de aprovados.

Para ter acesso a resultados de edições passadas do Sisu e comparar a própria nota com as notas de corte anteriores, os estudantes podem acessar, gratuitamente, um simulador, desenvolvido pelo Ministério da Educação.

Ao entrar na página do simulador, o estudante coloca suas notas das disciplinas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagem, matemática e redação de qualquer das edições do Enem que tenha participado. Depois, marca a alternativa “ampla concorrência” ou “lei de cotas” e, se desejar, usa os filtros disponíveis.(Agência Brasil)

Banco do Brasil é considerado o mais sustentável do mundo

O Banco do Brasil foi considerado a instituição financeira mais sustentável do mundo e está entre as top 10 Corporações Mais Sustentáveis no ranking Global 100 de 2019, da Corporate Knights. O anúncio foi feito hoje (22), no Fórum Mundial Econômico em Davos, na Suíça.

Fachada do Banco do Brasil

Alocação de R$ 193 bil na economia verde impulsionou classificação do BB no ranking – Arquivo/Agência Brasil

Dentre as mais de 7.500 empresas avaliadas, o BB ficou em primeiro lugar no segmento financeiro e em oitavo no ranking mundial.

Segundo o BB, um dos destaques do banco para a classificação na lista de 2019 foi a alocação de R$ 193 bilhões em setores da chamada economia verde, que tem como caraterísticas a baixa emissão de carbono, eficiência no uso de recursos e busca pela inclusão social.

O Global 100 é um índice que classifica as empresas pela excelência em sustentabilidade, considerando as dimensões econômica, social e ambiental. A metodologia de avaliação é baseada em 21 indicadores de desempenho como: práticas de governança corporativa; racionalização de recursos naturais, resíduos e emissões; gestão de fornecedores; boas práticas com funcionários; capacidade de inovação; receita obtida de produtos ou serviços com benefícios sociais ambientais, entre outros.

Para determinar o ranking, foram analisadas 7.536 empresas de 21 países diferentes com base em dados públicos (dados financeiros e relatórios de sustentabilidade, dentre outros) e por meio do contato direto com empresas com ações negociadas em bolsas de valores, com receita bruta anual superior a US$ 1 bilhão e questionário específico, onde as empresas selecionadas são convidadas a complementar suas informações.

Economia Verde

Segundo o Banco do Brasil, integram essa carteira as operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, água, pesca, floresta, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Para fomentar uma economia inclusiva também fazem parte da carteira áreas de cunho social, como educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

A metodologia foi desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e considera setores de acordo com a classificação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e também produtos temáticos e específicos de atividades relacionadas à economia verde.(Agência Brasil)

São as seguintes as 10 corporações mais sustentáveis no ranking Global 100 de 2019:

1. Chr Hansen Holding – Dinamarca
2. Kering – França
3. Nestle Corporation – Finlândia
4. Orsted – Dinamarca
5. GlaxoSmithKline – Reino Unido
6. Prologis – Estados Unidos
7. Umicore – Bélgica
8. Banco do Brasil – Brasil
9. Shinhan Financial Group – Coreia do Sul
10. Taiwan Semiconductor – Taiwan

Governo baiano diz que economiza R$ 4,73 bilhões entre 2015 e 2018

A política de controle de gastos do governo baiano encerra o período 2015-2018 com uma marca histórica: a economia real de R$ 4,73 bilhões em despesas de custeio, ou seja, aquelas relacionadas aos gastos com a manutenção da máquina pública, a exemplo de água, energia e material de consumo. O resultado leva em conta a inflação do período e reflete o trabalho voltado para a Qualidade do Gasto, desenvolvido pela Secretaria da Fazenda desde 2015. O dinheiro economizado, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), ajudou a preservar o equilíbrio das contas e a ampliar os investimentos públicos.

Destaque do Modelo Bahia de Gestão – como foi batizado o conjunto de iniciativas implementadas pelo governador Rui Costa com o objetivo de garantir a qualidade do gasto público e a capacidade operacional do Estado -, a criação da Coordenação de Qualidade do Gasto Público, sediada na Sefaz, integrou a reforma administrativa promovida pelo atual governo em 2015. O governo também extinguiu dois mil cargos públicos e cortou de quatro secretarias, entre outras medidas.

O cálculo da economia real tomou por base a despesa do Estado com custeio da máquina pública em 2014, que foi de R$ 6,46 bilhões. A cada ano subsequente, este valor foi corrigido com base na inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), e comparado com o que foi efetivamente gasto. 

Em 2015, primeiro ano de atuação da Sefaz-Ba no monitoramento do custeio, as despesas somaram R$ 6,19 bilhões, enquanto o gasto do ano anterior corrigido chegou a R$ 7,15 bilhões: a economia real foi de R$ 955,8 milhões. Nos anos seguintes, foram economizados, considerando-se o mesmo cálculo, R$ 1,42 bilhão (2016), R$ 1,11 bilhão (2017) e R$ 1,24 bilhão (2018).

Monitoramento permanente

O trabalho consiste no monitoramento permanente das despesas. O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, ressalta que a economia obtida significa uma reversão importante, já que o padrão histórico de evolução das despesas de custeio pelo Estado nas últimas décadas vinha sendo o de crescimento equivalente à inflação ou acima desta. 

De acordo com Vitório, a política de controle dos gastos é peça fundamental da estratégia do Governo do Estado para assegurar o equilíbrio fiscal. Ele lembra que a Bahia, em contraste com o cenário de crise em vários governos estaduais, segue pagando os salários dos servidores nas datas previstas, está em dia com os fornecedores e mantém os serviços públicos operando normalmente. 

Além disso, o Estado tem a sua dívida sob controle e manteve-se, nos últimos quatro anos, em terceiro lugar no país em volume de investimentos, atrás apenas de São Paulo, que tem orçamento bem maior, e do Rio de Janeiro, que teve forte ajuda do governo federal nos investimentos relacionados à Olimpíada 2016.

Neste quesito, as obras de infraestrutura costumam ser as que mais chamam a atenção, incluindo o metrô e as novas vias estruturantes na capital e na Região Metropolitana de Salvador e as estradas e obras contra a seca no interior. Mas o levantamento feito pela Sefaz-Ba identificou um indicador relevante de qualificação do gasto nos últimos quatro anos nas secretarias de Saúde, Educação, Segurança e Administração Penitenciária, que atuam em todo o território estadual e por isso demandam altos custos operacionais: nessas áreas, enquanto os gastos com custeio cresceram 29%, os investimentos ampliaram-se em 124%. 

Qualidade do gasto

A Coordenação de Qualidade do Gasto Público atua estrategicamente, acompanhando as despesas das unidades do Estado, com base no orçamento de cada órgão e secretaria. Entre as medidas de controle previstas no decreto 15.924/2015, por exemplo, está a avaliação, pela Coordenação de Qualidade do Gasto Público, de todos os processos de aquisição de materiais e contratação de serviços cuja previsão de despesas ultrapasse o montante de R$ 455 mil. 

?O mesmo decreto, ao tratar da execução orçamentária pelos órgãos, fundos e entidades integrantes da administração estadual, disciplinou a realização de uma série de despesas, incluindo viagens, assinatura de periódicos e contratação de consultorias?, explica a diretora de Qualidade do Gasto Público, Manuela Martinez.

Os itens monitorados incluem gastos com terceirizados, serviços médicos, fornecimento de alimentação, equipamentos de informática, manutenção da frota de veículos, água, energia, material de consumo, serviços de reprografia, correios e telégrafos, manutenção de imóveis e serviços de comunicação e telecomunicação.

Governo garante retomada das obra do Teatro em Itabuna

 O governador Ruy Costa garantiu o suporte financeiro para a retomada das obras do Teatro Municipal de Itabuna, considerado um projeto que mudará o perfil sócio, econômico e cultural do município. No encontro na semana passada com o prefeito Fernando Gomes, o governador também assegurou recursos para as obras de recuperação da Vila Olímpica, do Estádio Luiz Viana Filho e recuperação e manutenção asfáltica dos bairros com um investimento previsto de R$ 6 milhões.

Com relação ao Teatro Municipal, o  prefeito lembrou que a obra já tinha sido paralisada por mais de 10 anos, foi retomada em março deste ano após assinatura do convênio entre o Estado e o município, mas teve que ser interrompida de novo por falta de recursos.

O Teatro Municipal terá capacidade para cerca aproximadamente 600 pessoas, com antecâmaras, housemix, palco, plateia, passarelas técnicas sobre a plateia, varandas de manobra e de cargas sobre o palco, sofita, salas de sonorização e de luz cênica. Terá ainda foyer, salas multiuso e de dança, camarins coletivos e individuais, cafeteria, bilheteria, administração e sala de reunião.

Pesquisa monitora desempenho da hotelaria em zonas turísticas baianas

Técnicos da Secretaria do Turismo do Estado (Setur) atuam na mobilização dos meios de hospedagem da Bahia para intensificar a participação na pesquisa de Sondagem Empresarial desenvolvida nacionalmente pelo Ministério do Turismo. Trata-se da quarta e última etapa do estudo referente ao desempenho econômico do setor no ano de 2018. Os dados serão base para o desenvolvimento de políticas de fortalecimento do turismo. O prazo para responder ao questionário vai até o final de janeiro.

Na última fase dessa pesquisa, que monitora o desempenho no segmento de hotéis e pousadas, o MTur coletou dados de 719 empreendimentos de todo o país. Na Bahia, 105 empresas participaram, apresentando as suas informações. As categorias pesquisadas também incluem resorts e acampamentos turísticos. Dentre os itens apurados no levantamento estão número de empregados, faturamento, gasto do turista no destino e demanda por serviços ofertados pelo meio de hospedagem.

“Este diagnóstico é importante para o aperfeiçoamento de ações estratégicas em desenvolvimento nas esferas estadual e nacional. Visa produzir avanços permanentes na qualidade dos serviços aos visitantes, a cada ano, mais exigentes”, afirmou o subsecretário estadual do Turismo, Benedito Braga.

O apoio da Setur proporcionou, nas etapas anteriores, maior participação do empresariado baiano, observou. “Foi possível obter ampla coleta de dados e assegurar aos pesquisadores um extenso recorte relativo à Bahia. O volume significativo de informações corresponde à expressividade no turismo no Estado e já constitui um item à parte na última fase da pesquisa. Nossa expectativa, agora, é novamente conseguir excelente resultado”, disse o subsecretário.

No cenário do terceiro trimestre de 2018, divulgado no último mês de novembro, a Bahia teve destaque. Em relação à pretensão de investimentos, por exemplo, 68,3% dos empresários baianos relataram que farão aportes no negócio no prazo de seis meses. No Ceará, o percentual foi de 60,7% e em toda a região Nordeste a intenção de investir até maio é de 66,2%. Para saber mais acesse o site.

Juiz Bonat é 1º em lista do TRF4 para assumir Lava Jato no Paraná

O juiz federal Luiz Antonio Bonat é o primeiro na lista para ficar à frente da Operação Lava Jato em Curitiba após a saída de Sergio Moro, que deixou a magistratura no ano passado para assumir o Ministério da Justiça.

Com 25 anos de carreira, Bonat é o juiz federal com maior tempo de carreira em toda a jurisdição do Tribunal Regional Federa da 4ª Região (TRF4), que lançou o edital para o preenchimento da vaga na 13ª Vara Federal de Curitiba.

Como a antiguidade é o principal critério de seleção, Bonat somente não deverá assumir a vaga em caso de desistência, o que pode ocorrer até o fim da próxima quinta-feira. Os nomes seguintes na lista são Julio Guilherme Berezoski Schattschneider, Friedmann Anderson Wenpapp, Antonio Cesar Bochenek e Marcos Josegrei da Silva.

Atualmente, Bonat atua na 21ª Vara Federal, responsável por temas previdenciários. Ele iniciou a carreira em 1993 e além da capital paranaense, atuou em cidades como Foz do Iguaçu e Criciúma. Em 2003, ele foi responsável pela primeira condenação penal de uma pessoa jurídica no Brasil.

Quem assumir a 13ª Vara Federal ficará responsável por supervisionar todos os inquéritos da Lava Jato no Paraná, e também de julgar as ações penais ligadas à operação, entre elas duas em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu, relacionadas a um sítio em Atibaia (SP) e à sede do Instituto Lula, em São Paulo.(Agência Brasil)