Dívida pública pode alcançar até R$4,3 trilhões em 2019

Depois de encerrar 2018 próxima da barreira de R$ 4 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim de 2019 entre R$ 4,1 trilhões e R$ 4,3 trilhões. Os números foram divulgados hoje (28) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública em 2019. 

De acordo com o PAF, que apresenta metas para a dívida pública para este ano, o governo criou um espaço para aumentar a fatia de títulos corrigidos por taxas flutuantes como a Selic (juros básicos da economia) e de papéis corrigidos pelo câmbio, caso a instabilidade no mercado financeiro se intensifique. Nesse caso, cairia a parcela da dívida prefixada (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente) e vinculada à inflação.

Segundo o documento, a fatia dos títulos prefixados deverá encerrar o ano entre 29% e 33% da DPF. Atualmente, a participação está em 33%. A parcela corrigida por índices de preços deverá ficar entre 24% e 28%. Hoje, está em 27,5%.

A parcela da DPF vinculada à taxa Selic (juros básicos da economia) deverá encerrar 2019 entre 38% e 42%, contra os 35,5% registrados atualmente. Já a participação da dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, deverá encerrar o ano entre 3% e 7%. O percentual atual está em 4%. Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.

Em 2018, a DPF registrou uma leve piora na composição, com aumento de títulos corrigidos por taxas flutuantes, que subiram de 31,5% em dezembro de 2017 para 35,5% no mês passado. Por causa da greve dos caminhoneiros e da corrida eleitoral, que trouxeram instabilidade ao mercado financeiro, o Tesouro teve de rever o PAF em setembro do ano passado, aumentando a participação dos títulos vinculados à Selic na dívida do governo.

Em tese, os títulos corrigidos por taxas flutuantes aumentam o risco da dívida pública, porque a Selic pressiona mais o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. No entanto, com a queda recorde dos juros básicos no ano passado, o aumento da participação desses papéis beneficiou o Tesouro porque ajudou a segurar o pagamento dos juros da dívida pública.

Quando o Banco Central reajusta os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente. A taxa de juros dos papéis prefixados é definida no momento da emissão e não varia ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem e os investidores tiverem de ser reembolsados.

O Plano Anual de Financiamento também abriu uma margem para diminuir o prazo da DPF. No fim de 2018, o prazo médio ficou em 4,1 anos. O PAF estipulou que ficará entre 3,9 e 4,1 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2019 entre 17% e 20%. Atualmente, está em 16,3%.

Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para assegurar a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o governo tem reservas internacionais suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa em 2019. Além disso, o governo tem um colchão para cobrir pouco mais de seis meses dos vencimentos da dívida pública interna, que totalizarão R$ 639,1 bilhões este ano.

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência.(Agência Brasil)

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Bolsonaro é transferido para UTI e se encontra estável e consciente

Após sete horas de cirurgia, o presidente Jair Bolsonaro foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e se encontra “clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda”. As informações estão no primeiro boletim médico divulgado hoje (28) pelo Hospital Albert Einstein.

A cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal, a que foi submetido o presidente, segundo o boletim médico, não teve intercorrências nem necessidade de transfusão de sangue.

No procedimento foi feita a reconstrução do trânsito intestinal e extensa lise de aderências decorrentes das duas cirurgias anteriores, conforme o boletim. “Foi realizada anastomose do íleo com o cólon transverso, que é a união do intestino delgado com o intestino grosso”, detalhou o hospital. (Agência Brasil)

Governo acredita que controle do gasto gera economia de R$ 4,73 bilhões

O constante trabalho de controle e monitoramento realizado pela Coordenação de Qualidade do Gasto Público (CQGP), instalada na Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), contribuiu para uma economia real de R$ 4,73 bilhões, no período 2015-2018, em despesas de custeio. O valor poupado, que auxiliou na preservação do equilíbrio das contas e na ampliação de investimentos, veio de itens como água, energia e material de consumo. 
“O mais importante é a qualificação do gasto público e ressaltar que o Estado não está economizando em cima da não-prestação de serviço público. Estamos expandindo serviços em todas as áreas, inclusive saúde, segurança e infraestrutura, e reduzindo o custeio. Isso é feito por meio da gestão de água, energia e de tudo o mais”, explica o titular da Sefaz-BA, Manoel Vitório. 
Criada em 2015, como parte do Modelo Bahia de Gestão, a CQGP é o setor responsável por analisar todos os contratos de todos os órgãos e autarquias da administração estadual. A equipe é formada por oito funcionários; uma parte faz a varredura nos processos de aquisição e contratações e outra faz a gestão dos contratos das unidades, com validação mensal. 
A diretora da CQGP, Manuela Martinez, destaca que “toda vez que a unidade do Estado vai renovar ou contratar, o processo passa pela coordenação. Avaliamos se a quantidade indicada condiz com a necessidade daquele órgão ou autarquia e se o preço está nivelado com o praticado no mercado. A requisição para a contratação somente é liberada se estiver dentro dos parâmetros”.Histórico 
A economia bilionária foi detectada usando uma conta simples. Para chegar a este resultado, o cálculo foi realizado a partir da despesa do Estado com custeio da máquina pública em 2014, que foi de R$ 6,46 bilhões. Em cada ano seguinte, o montante foi corrigido com base na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e comparado com o que foi efetivamente gasto.
Em 2015, primeiro ano de atuação da Sefaz no monitoramento do custeio, as despesas somaram R$ 6,19 bilhões, enquanto o gasto do ano anterior corrigido chegou a R$ 7,15 bilhões, perfazendo uma economia real de R$ 955,8 milhões. Nos anos seguintes, foram economizados, observando a mesma fórmula, R$ 1,42 bilhão (2016), R$ 1,11 bilhão (2017) e R$ 1,24 bilhão (2018).

PGR denuncia deputado Lúcio Vieira Lima ao Supremo

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou hoje (28) o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva. Raquel Dodge acusa o parlamentar do recebimento de R$ 1,5 milhão em troca da autuação política para aprovação de uma medida provisória favorável à empreiteira Odebrecht. 

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o presidente da Comissão Especial sobre Reforma Política, Lúcio Vieira Lima, durante encontro para realização do Seminário Internacional sobre Sistemas Eleitorais. (Foto:

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o deputado Lúcio Vieira Lima (Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Apesar de a denúncia ter sido oferecida ao Supremo, a procuradora pediu à Corte que o caso seja remetido para a primeira instância da Justiça Federal em Brasília. Lúcio não foi reeleito e perderá direito ao foro privilegiado no STF a partir de sexta-feira (1º), quando os novos deputados federais tomarão posse em Brasília.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), a vantagem indevida recebida por Lúcio Vieira Lima foi acertada com ex-diretores da Odebrecht para que a Medida Provisória (MP) 613/2013, que tratou do regime especial de tributação da indústria química, fosse aprovada nos termos pretendidos pela empresa.

As acusações foram feitas com base nos depoimentos de delação premiada do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht e mais três delatores, que também foram denunciados.

A PGR sustenta que o texto da MP foi entregue ao Congresso no dia em que Lúcio foi eleito presidente da comissão mista responsável pela conversão da MP em lei.

“Nessa condição, passou a exercer de fato e de direito diversas competências legislativas definidas no Regimento da Câmara dos Deputados: designar relator; realizar despachos das emendas de demais congressistas; convocar as reuniões e proferir o voto de minerva nas deliberações”, argumenta a PGR. (Agência Brasil)

Robo simula suor para testar resistência dos bancos de veículos ao suor e ao tempo

A Ford criou um robô que simula uma situação comum hoje em dia: entrar no carro suado depois de sair da academia ou de uma corrida. A diferença é que a máquina repete esse movimento 7.500 vezes durante três dias, que equivalem a dez anos de uso para testar a durabilidade dos materiais – veja o vídeo.

O teste é um aprimoramento do “Robutt”, robô que começou a ser usado há pouco mais de um ano na Europa para testar a resistência dos bancos, de modo experimental, e hoje é aplicado em todos os modelos produzidos pela marca na região. Inicialmente, ele simulava apenas a pressão exercida pelo corpo humano no assento. Agora, reproduz o peso e as dimensões de um homem grande, aquecido a 36° C e com transpiração de 450 mililitros de água, sentando e se movimentando sobre o banco.

A inovação é mais um recurso do arsenal de testes da Ford para garantir a durabilidade dos materiais utilizados nos seus veículos, acompanhando as mudanças no estilo de vida dos consumidores.

“Os carros fazem parte da nossa vida e a prática de exercícios físicos também está sendo incorporada à rotina de muitas pessoas. Nem sempre elas conseguem tomar um banho ou mesmo se enxugar antes de ir para casa. O ‘Robutt’ é uma maneira de garantir que os bancos dos nossos carros se mantenham intactos por muitos anos sob diferentes condições de uso”, diz Florian Rohwer, engenheiro do Laboratório de Desenvolvimento de Carroceria e Chassi da Ford Europa.

Mudanças no trânsito do bairro São Caetano

O secretário Municipal de Segurança, Transporte e Trânsito (Sesttran), Gilberto Santana, aproveitou o inicio das obras de revitalização da praça Simão Fitterman, no São Caetano, para anunciar que o trânsito no bairro também passará por mudanças.

Ele considera que por se tratar de um bairro  densamente povoado e com um comércio forte, necessita de adequações no trânsito para atender as necessidades da comunidade: “Faremos todos os estudos de viabilidade que são necessários antes de qualquer mudança, principalmente com relação a ponto de ônibus, carga e descarga, espaço para deficientes e idosos, táxi, entre outros”.

Informou ainda,  que também será analisada por um engenheiro de trânsito a viabilidade de abertura da Rua Floresta, o que se complementa com a  revitalização da praça e a reformulação do trânsito na área.  A instalação de sinaleiras e a implantação da zona azul também está sendo analisada pelo secretário Gilberto Santana.

Em 2018 o Brasil encerrou o ano com 62,6 milhões de inadimplentes

Segundo informações fornecidas pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em 2018 o Brasil encerrou o ano com um avanço de 4,41% de contas em atraso em comparação ao ano de 2017. Essa foi a maior elevação do últimos 6 anos, quando a inadimplência cresceu 6,8%.

O estudo realizado pela área de Decision Analytics da Serasa Experian em junho de 2018, revelou que as dívidas até o momento haviam alcançado um montante de R$ 273,4 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.426,00 por pessoa.

A taxa de inadimplência indica o percentual de operações financeiras com atraso superior a 90 dias em relação ao saldo total. Sendo assim, são considerados como inadimplentes, somente pessoas que possuem o pagamento em atraso com mais de 90 dias.  

O que acontece quando altas taxas de inadimplência atingem uma empresa?

No ano de 2018, a taxa de inadimplentes no mercado aumentou cerca de 1,98%, colocando cerca de 1,2 milhões de novos nomes a lista de devedores.

As empresas que não estão preparadas para implantar novos sistemas de pagamento e realizarem mudanças são afetadas diretamente. O primeiro a sentir o impacto é a estruturação do planejamento financeiro.

Caso a empresa não tenha realizado um planejamento financeiro com gerenciamento de crise, o investimento será afetado de forma direta, prejudicando o bom funcionamento do negócio.

Não tem como manter uma empresa sem o giro de recursos financeiros. Com as altas taxas de inadimplência, será necessário redirecionar o capital de um projeto para o outro. Caso não seja resolvido o problema de forma definitiva, os fundos se esgotarão.

Dívidas de pessoas físicas

Ao contrário do ano de 2017, onde houve uma queda de 2,7% no volume de dívidas em nome de pessoas físicas, o ano de 2018 apresentou uma alta de 2,75% no mesmo indicador.

Controle da inadimplência

Para contornar a inadimplência os gestores têm acompanhado o fluxo de caixa da empresa e investido em estratégias para a atração e satisfação do cliente, oferecendo descontos e benefícios para incentivar o pagamento das contas em dia.

A elaboração de relatórios mensais possibilitam a visualização da saúde financeira da empresa de forma simplificada. Através da interpretação desses relatórios, é possível identificar quais são os problemas que levam ao atraso dos pagamentos e acompanhar o índice de inadimplência para desenvolver estratégias para a diminuição dessa taxa.

Calcule o índice de inadimplência

O índice de inadimplência é calculado no varejo considerando os pagamentos que estão atrasados a mais de 90 dias e menos de 180. Para Realizar o cálculo de inadimplentes existe uma fórmula. Conforme será mostrada a seguir:

TI=T90/TT

Considere TI como taxa de inadimplentes, T90 como total de débitos pendentes com 90 a 180 dias de atraso e TT como o total cobrado durante o mesmo período.

Veja o exemplo de como calcular a taxa de inadimplência para facilitar o entendimento. Será usado o mês de dezembro de 2018 para o passo a passo:

Passo 1: Selecione quais são os meses que em dezembro se encontram com mais de 90 dias de atraso e menos de 180 dias.

Junho (180 a 151 dias de atraso em relação a dezembro)

Julho (150 a 121 dias de atraso em relação a dezembro)

Agosto (120 a 90 dias de atraso em relação a dezembro)

Passo 2: Selecione o valor total das cobranças emitidas com vencimento em cada um dos meses.

Junho: R$ 3.000,00

Julho: R$ 3.200,00

Agosto: R$ 4.500,00

Total: R$ 10.700,00 (TT)

Passo 3: Selecione o valor total de inadimplência dos meses selecionados.

Junho: R$ 430,00

Julho: R$ 520,00

Agosto: R$ 610,00

Total: R$ 1.560,00 (T90)

Coloque todos os números na fórmula:

TI=T90/TT

TI= 1.560,00/10.700,00

TI= 0,145 ou 14,5%

Sendo assim, a taxa de inadimplência no mês de dezembro de 2018 é de 14,5%.

O percentual encontrado é um indicativo do estágio de inadimplência em que a empresa se encontra. Taxas acima de 10% já apresentam riscos para a manutenção do negócio.

O que as empresas têm feito para contornar a inadimplência?

As empresas, no intuito de contornar a inadimplência buscam no mercado maneiras mais atrativas de pagamento para disponibilizar aos clientes, além da prática de atitudes simples que podem influenciar de maneira direta, são elas:

1. Pagamento recorrente

O pagamento recorrente é um estilo de transação financeira que acontece através da realização do débito automático no cartão de crédito do comprador, que autoriza a empresa a realizar a cobrança de forma direta seguindo a periodicidade acordada.

São características dessa forma de pagamento:

Otimização no tempo da cobrança: pagamento realizado de forma automática.

Comodidade: não há necessidade de conferência junto ao banco para confirmar as transações realizadas.

Redução da inadimplência: o recebimento é garantido, ocasionando a redução considerável de mais de 30% do índice de inadimplência;

Garantia de recebimento dos valores acordados: no dia do vencimento o dinheiro é debitado no cartão do cliente. A dívida passa a ser entre o banco e o cliente.

2. Descontos na antecipação de pagamentos

O pagamento antecipado é um recurso para atrair a atenção do consumidor. O oferecimento de descontos planejados é mais vantajoso do que o risco de uma cobrança não paga.  Transforme o seu fluxo de caixa em prioridade!

A opção de promoções e planos semestrais ou anuais, mesmo com os descontos, garantem o recebimento de uma quantidade considerável nos meses iniciais, permitindo o planejamento de gastos futuros.

3. Use lembretes

Uma estratégia bastante eficiente e de simples execução é o envio de SMS e e-mails avisando que o pagamento deve ser efetuado em 5 dias ou períodos menores, reforçando o dia do vencimento.

Alguns softwares de pagamento disponibilizam o recurso de envio de mensagens de forma automática, assim as empresas otimizam o seu tempo e evitam erros de cobrança indevidas.

Essa é a proposta de mercado da startup mineira Galax Pay especializada em soluções de pagamento digital. Focada em receita recorrente a empresa tem auxiliado centenas de empresas a superar a inadimplência. Visite o site da empresa! (DINO)