O declínio da mídia de massa e a crise do nosso tempo

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O livro O Declínio da Mídia de Massa – porque os comerciais de TV de 30 segundos estão com os dias contados, de Joseph Jaffe, editado pela M.Books, nos revela um problema e aponta para questões como o fim anunciado da mídia de massa, buscando identificar os fatores que levaram à corrosão do  comercial de 30 segundos em decorrência dos avanços tecnológicos proporcionados pela rede mundial de computadores e pelo surgimento de novos equipamentos como o smartphone ou a internet das coisas. A obra também nos aponta para novas mudanças cujos ventos começam a soprar e sinalizam a tendência de uma vida gloriosa para a propaganda mesmo depois que o comercial de 30 segundos for posto para dormir.

Dividido em três partes, o livro  nos remete inicialmente  à apresentaçãio do problema do fim da mídia de massa e dos fatores que têm corroído o comercial de 30 segundos, indagando que entre esses assassinatos em massa, será a publicidade a resposta?  Também apontando no fim da linha para um verdadeiro círculo vicioso, através de fatores que convergem para formação dp que seria uma tempestade perfeita. Em síntese o autor busca com estas propostas explicar as causas e ao mesmo tempo indicar as razões para a crise que também afeta ao mundo da publicidade e atinge o âmago das agências que precisam ser repensadas e de um novo modelo.

Ao propor na segunda parte uma  solução para o problema com o  repensar quatro fundamentos do marketing – consumidor, marca, publicidade e a própria agência de propaganda, Joseph Jaffe sugere  em quatro capítulos o re:pensar o consumidor mutante,  da gestão de marcas e da própria   publicidade, que deveria ser tornada mais relevante, além do  re:pensar a agência, consertando a bagunça gerada pelos conflitos em um novo tempo.

Kaffe considera estas propostas necessárias para que os publicitários se reinventem e ao própio modus operandi  das agências  no sentido de encontrar novos caminhos e paradigmas para conquistar ao consumidor mutante, que se torna cada vez mais exigente e usa os recursos da tecnologia para escapar dos anúncios de 30 segundos. O autor também  busca avaliar os erros e acertos , bem como aponta as mudanças para as agências de publicidade e o gerenciamento das marcas, tirando metaforicamente o elefante gigante da sala.         O Declínio da Mídia de Massa é concluído com a apresentação de dez abordagens que vêm transformando os jogos do marketing e da publicidade em escala global. A lista inclui a internet, os games, o conteúdo sob demanda, o marketing experiencial, bem como o conteúdo de forma longa, o marketing comunitário, além dos novos parâmetros como o conteúdo gerado pelo próprio consumidor, além do referencial dos sistemas de  busca, do uso dos telefones móveis ao uso da música,  da tecnologia móvel e das coisas que  deixam o consumidor ligado e antenado. O que se complementa com fatores de entretenimento com marcas e por fim, com a apresentação de um epílogo onde aponta a necessidade de se rejeitar o starus quo.

O livro inclui opiniões e a colaboração de dez especialistas da área da publicidade,  entre os quais Chris Aldhous, Jon Ray e David Apicella que complementam  os capítulos finais de uma obra que analisa a questão da fragmentação do público, a proliferação de canais, a emancipação do consumidor e a ascensão da Internet e dos novos equipamentos como o telefone celular e a  televisão inteligente, interligados à rede mundial de computadores para admitir com otimismo que apesar do fim do comercial de 30 segundos, nem tudo está perdido, afinal a vida continua e haverá uma vida gloriosa e inteligente mesmo após a instauração do caos.

O declínio da mídia de massa e a crise do nosso tempo

 

O livro O Declínio da Mídia de Massa – porque os comerciais de TV de 30 segundos estão com os dias contados, de Joseph Jaffe, editado pela M.Books, nos revela um problema e aponta para questões como o fim anunciado da mídia de massa, buscando identificar os fatores que levaram à corrosão do  comercial de 30 segundos em decorrência dos avanços tecnológicos proporcionados pela rede mundial de computadores e pelo surgimento de novos equipamentos como o smartphone ou a internet das coisas. A obra também nos aponta para novas mudanças cujos ventos começam a soprar e sinalizam a tendência de uma vida gloriosa para a propaganda mesmo depois que o comercial de 30 segundos for posto para dormir.

Dividido em três partes, o livro  nos remete inicialmente  à apresentaçãio do problema do fim da mídia de massa e dos fatores que têm corroído o comercial de 30 segundos, indagando que entre esses assassinatos em massa, será a publicidade a resposta?  Também apontando no fim da linha para um verdadeiro círculo vicioso, através de fatores que convergem para formação dp que seria uma tempestade perfeita. Em síntese o autor busca com estas propostas explicar as causas e ao mesmo tempo indicar as razões para a crise que também afeta ao mundo da publicidade e atinge o âmago das agências que precisam ser repensadas e de um novo modelo.

Ao propor na segunda parte uma  solução para o problema com o  repensar quatro fundamentos do marketing – consumidor, marca, publicidade e a própria agência de propaganda, Joseph Jaffe sugere  em quatro capítulos o re:pensar o consumidor mutante,  da gestão de marcas e da própria   publicidade, que deveria ser tornada mais relevante, além do  re:pensar a agência, consertando a bagunça gerada pelos conflitos em um novo tempo.

Kaffe considera estas propostas necessárias para que os publicitários se reinventem e ao própio modus operandi  das agências  no sentido de encontrar novos caminhos e paradigmas para conquistar ao consumidor mutante, que se torna cada vez mais exigente e usa os recursos da tecnologia para escapar dos anúncios de 30 segundos. O autor também  busca avaliar os erros e acertos , bem como aponta as mudanças para as agências de publicidade e o gerenciamento das marcas, tirando metaforicamente o elefante gigante da sala.         O Declínio da Mídia de Massa é concluído com a apresentação de dez abordagens que vêm transformando os jogos do marketing e da publicidade em escala global. A lista inclui a internet, os games, o conteúdo sob demanda, o marketing experiencial, bem como o conteúdo de forma longa, o marketing comunitário, além dos novos parâmetros como o conteúdo gerado pelo próprio consumidor, além do referencial dos sistemas de  busca, do uso dos telefones móveis ao uso da música,  da tecnologia móvel e das coisas que  deixam o consumidor ligado e antenado. O que se complementa com fatores de entretenimento com marcas e por fim, com a apresentação de um epílogo onde aponta a necessidade de se rejeitar o starus quo.

O livro inclui opiniões e a colaboração de dez especialistas da área da publicidade,  entre os quais Chris Aldhous, Jon Ray e David Apicella que complementam  os capítulos finais de uma obra que analisa a questão da fragmentação do público, a proliferação de canais, a emancipação do consumidor e a ascensão da Internet e dos novos equipamentos como o telefone celular e a  televisão inteligente, interligados à rede mundial de computadores para admitir com otimismo que apesar do fim do comercial de 30 segundos, nem tudo está perdido, afinal a vida continua e haverá uma vida gloriosa e inteligente mesmo após a instauração do caos.

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Deputados estaduais, ex-prefeitos e mais oito têm R$ 12 mi bloqueados por fraude a licitação e desvio de verbas na Bahia

 

A pedido do Ministério Público Federal (MPF) Polo Ilhéus/Itabuna (BA), a Justiça Federal determinou, em janeiro e abril deste ano, o bloqueio de bens até o valor de R$ 12.393.546,00 de doze réus, entre eles particulares, dois deputados estaduais, dois ex-prefeitos e outros agentes públicos envolvidos em fraude a licitações e desvio de recursos no município de Buerarema (BA) a 450 km de Salvador.

A ação foi originada a partir das investigações do MPF e da Polícia Federal na Operação Águia de Haia e está relacionada ao pregão, realizado em 2011, para contratação de serviços educacionais voltados à implantação e utilização de tecnologias de informação para a Secretaria de Educação e unidades escolares do município.

Segundo as ações de improbidade e penal, ajuizadas em dezembro e março últimos pelo Procurador da República Tiago Modesto Rabelo, o então prefeito de Buerarema firmou contrato de R$ 2,2 milhões com a empresa Ktech Key Technology Gestão e Com de Software Ltda para a prestação dos serviços referidos, com recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

No entanto, as investigações comprovaram que a licitação foi fraudada, por meio da simulação do certame. O integrante da organização criminosa e representante da empresa vencedora, Marconi Edson Baya, já havia preparado as minutas do edital, publicação, termo de referência, projeto base e demais peças necessárias para a montagem do processo licitatório. Em seguida, os documentos foram enviados por Kells Belarmino Mendes (que confessou os crimes e detalhou a participação dos membros da organização criminosa) ao ex-prefeito do município, Mardes Lima Monteiro, incluindo os atestados de visita técnica e o certificado de adequação ao edital, assinados posteriormente pelo Secretário de Educação à época, Astor Vieira Júnior.

Segundo o MPF, participaram do processo licitatório a Max.Com Soluções Tecnológicas Ltda, representada por Fernanda Cristina Marcondes Camargo (companheira de Kells Belarmino), e a Ktech Key Technology Gestão e Comércio Software Ltda, que atuavam em conluio, a revelar a falta de competitividade e o direcionamento da licitação para contratação de empresa ligada ao grupo. A Ktech Key Technology venceu a licitação, tendo o pregoeiro Rogere Souza Magalhães avalizado os documentos forjados e declarado vencedora aquela empresa, após o que o ex-prefeito Mardes homologou o procedimento e firmou o contrato. Para viabilizar a contratação indevida da Ktech a partir da licitação fraudada, Mardes Lima Monteiro recebeu de Kells Belarmino vantagem patrimonial ilícita.

Ainda de acordo com as ações, os deputados estaduais Carlos Ubaldino de Santana e Ângela Maria Correa de Sousa e o ex-prefeito de Ruy Barbosa (BA) José Bonifácio Marques Dourado, também integrantes da organização criminosa, utilizavam seus mandatos para divulgar a atuação das empresas da organização e aliciar prefeitos para aderirem ao esquema, recebendo, em contrapartida, valores indevidos diretamente ou por meio de interpostas pessoas.

O MPF afirma que, além da montagem do processo licitatório para direcionar a contratação, da fraude na disputa, do aliciamento de prefeitos e agentes públicos mediante pagamento de propina, do alto custo da contratação e do sobrepreço, foi provado que o serviço não era executado e o produto não foi entregue, apesar dos valores pagos pelo município à empresa.

A quantia efetivamente paga à Ktech alcançou o valor de R$ 967.200,00, correspondente ao montante dos recursos públicos desviados pelo grupo – o que representa um sobrepreço de 315% dos custos apurados.

Pedidos – Na ação de improbidade, o MPF requer, além do ressarcimento ao erário dos valores desviados, a condenação dos réus Astor Vieira Júnior, Rogere Sousa Magalhães, Frederico Vesper Silva Rodrigues e Lucas Lopes da Silva em todas as sanções do art. 12, inciso II, da Lei da Improbidade (nº 8.429/92), por prejuízo aos cofres públicos, e dos acionados Marconi Edson Baya, Mardes Lima Monteiro de Almeida, Rodrigo Seabra Bartelega de Sousa, Kleber Manfrini de Araújo Dourado, Angela Maria Correa de Sousa e José Bonifácio Marques Dourado em todas as sanções do art. 12, inciso I, da mesma lei, por enriquecimento ilícito e dano ao erário.

Na ação penal, o MPF requer a condenação de todos os réus por fraude a licitação, às penas previstas no art. 90 da Lei 8.666/93, e desvio de verbas públicas, nas penas do art. 1º, I, do Decreto-Lei 201/67, exceto Astor Vieira Júnior e Rogere Sousa Magalhães, que respondem apenas pelo crime licitatório. Além disso, o órgão requer, também, a condenação de Mardes Lima Monteiro de Almeida, Kleber Manfrini de Araújo Dourado e seu pai, o ex-prefeito José Bonifácio Marques Dourado, por corrupção passiva, com pena prevista no art. 317 do Código Penal (CP), assim como a condenação de Kells Belarmino Mendes por corrupção ativa, às penas do art. 333 do CP.

A deputada estadual Ângela Maria Correa de Sousa e seus então assessores, Lucas Lopes da Silva e Frederico Vesper Silva Rodrigues, além do deputado Carlos Ubaldino, réus na ação de improbidade, não foram denunciados pelo Ministério Público Federal de Ilhéus em virtude do foro privilegiado a que fazem jus, razão pela qual devem responder por seus crimes perante a Procuradoria Regional da República e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Águia de Haia – A operação teve suas investigações iniciadas pelo MPF e pela Polícia Federal em 2013, com o objetivo de apurar desvios de recursos da Educação no município de Ruy Barbosa (BA). No curso das investigações, foi constatado que os fatos estavam relacionados a um esquema bem arquitetado de fraude a licitações, desvio de dinheiro público e corrupção de agentes políticos e servidores públicos, mediante pagamento de vantagens patrimoniais indevidas e repartição dos ganhos ilícitos.

A organização criminosa, liderada por Kells Belarmino Mendes e outros, agia em diversos municípios e negociava com as prefeituras um “pacote fechado”. Esse pacote viabilizava as fraudes e incluía as minutas e modelos das peças dos procedimentos licitatórios, montados para permitir que as empresas da organização criminosa fossem as únicas interessadas e, ao final, somente elas fossem as vencedoras.Em seguida, as empresas do grupo criminoso, contratadas a preços superfaturados (sobrepreço), eram pagas com recursos da Educação e os serviços pactuados não eram devidamente prestados.

Como novas tecnologias vão auxiliar na redução dos custos das empresas

O impacto das tecnologias de automação nos mais variados mercados é um fato que já pode ser comprovado em pesquisas. Uma rápida projeção para o ano de 2025, por exemplo, já traz como estimativa a movimentação de 36, 8 bilhões de dólares, de acordo com as análises feitas pela empresa Tractica. Em um cenário mais próximo, é possível observar previsões de crescimento de 70% – em relação ao ano passado – nos valores de negócios voltados para o setor de IA (Inteligência Artificial), como apontou a estimativa divulgada pela empresa de consultoria, Gartner. Com isso, 2018 chegará à marca de US$ 1,2 trilhão. Para além dos grandes valores atingidos com as novas tecnologias, há também ganhos expressivos no desempenho de empresas e nas novas possibilidades que os mais variados dispositivos e sistemas apresentam.

E quando se fala em tecnologia, um misto de curiosidade e desconfiança toma conta das pessoas. Há algum tempo, era difícil encontrar pais, mães e avós conectados. Hoje em dia, existe etiqueta para relacionamento com a família em grupos de WhatsApp e Facebook. Essa disseminação da cultura tecnológica, obviamente chega com força nas empresas. Se antes o assunto se restringia à área de TI, em conversas técnicas e sistemas milionários, hoje é quase impossível não conversar com um assistente ou um diretor, da área de Facilities ao Jurídico, que não pense sobre como soluções tecnológicas podem ajudar no seu dia a dia.

Segundo o estudo da consultoria Accenture “Technology Vision 2018 – Tech Trends Report”, que entrevistou executivos em 25 países, incluindo o Brasil, 84% dos entrevistados concordam que por meio da adoção de tecnologia, as empresas estão se aproximando da forma como as pessoas vivem atualmente.

Recentemente o Jornal Nacional dedicou alguns minutos para contar como a Inteligência Artificial está ajudando empresas na área de Recursos Humanos. “Depois disso, os clientes da Modelo Multi começaram a questionar sobre qual tecnologia utilizamos nos nossos serviços e se tínhamos Inteligência Artificial para recrutar candidatos. Contratamos a ferramenta de Inteligência Artificial mais premiada no mundo, apesar de nos posicionarmos como consultoria, uma vez que não abrimos mão da importância do especialista de talentos neste processo”, diz Thales Marques, diretor da Modelo Multi empresa de consultoria em Recursos Humanos.

Segundo o consultor, seu time investe horas e horas fazendo benchmarks, vídeo conferências e testes com startups, consultorias e HRtechs ao redor do planeta, como em Berlim, São Francisco, Boston, Nova Delhi e Florianópolis para garantir que as empresas que recrutam com a Modelo Multi tenham acesso ao que há de melhor disponível em termos de tecnologia. “Atendemos empresas do porte de Whirlpool, Saint-Gobain e LVMH em diversas áreas e em breve chegará o primeiro CHATBOT especialista em Recrutamento e Seleção no Brasil”, complementa Thales Marques.

As inovações, no entanto, não se restringem à área de Recursos Humanos. A empresa Voaz de São Paulo, especialista em serviços para escritórios corporativos e que atende clientes como Vale, UOL, Twitter e UFC, está inovando na área de Facilities. De início, a marca adotou um modelo de negócios parecido com das Startups. “Somos um grande shared services de facilities e chegamos a reduzir 30% dos custos dos nossos clientes pelo simples fato de conseguimos monitorar as ocorrências, eliminando custos fixos desnecessários. As empresas muitas vezes contratam profissionais ou fazem contratos integrais de manutenção, sem saber o perfil dos seus problemas. Nossa tecnologia nos permite conhecer e monitorar, por exemplo, as revisões do ar-condicionado com uso de QR Code e relatórios em tempo real. Assim conseguimos planejar visitas preventivas e corretivas com menor custo, sem falar em outras economias como encargos trabalhistas ou imobilização de capital para troca do equipamento”, diz Henrique Garcia, CEO da Voaz.

E será que em áreas mais tradicionais como serviços Jurídicos é possível inovar?

Rodrigo Cavalcanti, advogado e sócio do Grupo ConJur explica que estão testando a utilização de um BOT que controlará certidões negativas, alvarás e outros documentos imprescindíveis para empresas operarem. “Nossos clientes são empresas fiscalizadas constantemente, como bancos, empresas varejistas ou que fazem negócios com o Governo. Controlar prazos de certidões em planilhas do Excel e como o risco de perder um grande contrato ou ser alvo de uma multa milionária é coisa do passado”, garante o advogado. “Nosso BOT é capaz de interagir com os profissionais da empresa, comunicá-los sobre os prazos, entre outras funções que automatizam um processo burocrático e cheio de falhas humanas”.

O grande desafio da tecnologia é fazer com que ela seja fácil de ser adotada e que consiga provar o (ROI) Retorno sobre o Investimento. “Processos ineficientes quando automatizados serão apenas processos ineficientes automatizados e, consequentemente, mais caros para continuar a não entregar resultados. Além disso, temos uma tendência a querer automatizar qualquer coisa. Nem tudo faz sentido. O ser humano ainda tem seu valor. Chegamos até aqui em 2018, por causa dele, acredite!”, finaliza Thales, da Modelo Multi.

Modelo Multi Consultoria em Recursos Humanos – www.modelomulti.com.br

Voaz Serviços Corporativos – www.voaz.com.br

Grupo Conjur Consultoria Empresarial: www.grupoconjur.com.br

Accenture “Technology Vision 2018 – Tech Trends Report”: https://www.accenture.com/t20180227T215953Z__w__/us-en/_acnmedia/Accenture/next-gen-7/tech-vision-2018/pdf/Accenture-TechVision-2018-Tech-Trends-Report.pdf

Inscrição para o Enem termina amanhã

Os estudantes que querem fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 têm até as 23h59 de amanhã (18), no horário de Brasília, para fazer a inscrição, pela internet, na página do participante do Enem. Até as 18h de quarta-feira (16) foram registrados 5 milhões de inscritos.

Mesmo os candidatos que pediram isenção da taxa do Enem devem fazer a inscrição para a prova. O pagamento da taxa para quem não conseguiu a isenção, no valor de R$ 82, deve ser feito até o dia 23 de maio nas agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios.

Os concluintes do ensino médio da rede pública têm direito à isenção no ato da inscrição, mesmo aqueles que não tiverem solicitado a isenção.

Para se inscrever, o participante deverá apresentar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) e do documento de identidade e criar uma senha. O candidato precisa também informar um endereço de e-mail válido e um número de telefone fixo ou celular, que serão usados para enviar informações sobre o exame.

Com o fim do prazo de inscrição nesta sexta-feira (18) também se encerra a possibilidade de alterar dados cadastrais, a opção do município onde o estudante quer fazer a prova e a opção de língua estrangeira. Os candidatos que precisarem de atendimento especializado têm que fazer o pedido no ato da inscrição.

Para o uso do nome social na prova do Enem, o pedido poderá ser feito entre os dias 28 de maio e 3 de junho.

As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. Os resultados serão divulgados em janeiro.(Agência Brasil)

Mitos e verdades do mundo online

Criada em 1969 com o nome de Arpanet nos Estados Unidos, a Internet tinha como função interligar laboratórios de pesquisa. Ao longo dos anos, ela foi ganhando cada vez mais espaço, novas funções, como entretenimento, educação e trabalho, e se tornou fundamental no dia a dia dos usuários. No entanto, devido ao uso constante, muitos deles tendem a diminuir a guarda quando se trata de proteção e cometem erros de segurança que podem custar sua privacidade, dinheiro, danos físicos e até mesmo prejudicar a reputação – em casos de empresas.

Somente no primeiro mês deste ano, foram mais de 2.500.000 vítimas de golpes no WhatsApp espalhadas pelo Brasil, segundo levantamento da Kaspersky Lab. São inúmeros os perigos online existentes na Internet que os usuários podem sofrer quando ignoram a importância da segurança online. Para Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, seja você empresa ou usuário, sua internet precisa estar segura o tempo todo. E, no Dia Mundial da Internet, celebrado hoje, a Kaspersky Lab esclarece alguns mitos e verdades do mundo online:

• Se eu clicar em um link malicioso e fechá-lo, não terei sido infectado por malware. Mito. Só o fato do usuário clicar no link e não ter uma proteção robusta no celular, o vírus pode se instalar de maneira rápida e silenciosa. Assolini alerta: “quando instalado, ele fica apenas ‘esperando’ para que exista acesso às contas financeiras mobile, entre outros aplicativos, para que o cibercriminoso roube a senha e outras informações”;

• Se a mensagem veio do meu amigo, não é phishing. Mito. Mesmo que você tenha recebido uma mensagem de alguém conhecido, cuidado com o link enviado, pois ele pode ser malicioso. Links como estes são criados para baixar roubar seus dados, para direcioná-lo a páginas de phishing que coletam dados do usuário ou até mesmo para minar criptomoedas;

• Estou mais seguro conectado pelo 3G/4G do que pelo Wi-Fi. Verdade. Ao acessar um Wi-Fi gratuito, utilize o recurso Secure Connection que permite que usuários de Mac, PC e Android se conectem de forma segura à Internet, criptografando todos os dados enviados e recebidos pela rede. O Secure Connection está incluso de forma Freemium (opção que oferece funções básicas para serviços gratuitos e adicionais por uma taxa) no Kaspersky Internet Security e no Kaspersky Total Security;

• Você pode obter toda a proteção com o antivírus que já vem instalado no seu sistema operacional. Mito. O antivírus padrão instalado em sistemas Windows oferece proteção básica, mas não garantem uma proteção completa contra ataques de phishing, que podem roubar seus dados pessoais e financeiros, por exemplo. Por isso, você precisa de um programa de segurança completo para navegar na Internet. Além de ter uma boa proteção  o recomendado é usar do bom senso e navegar na web com cautela para evitar que você seja mais uma vítima de fraudes e ataques diretos de engenharia social;

• Uma senha não precisa de números e caracteres. Mito. Senhas fáceis, como 123, data de nascimento, nome e sobrenome, são fáceis de serem adivinhadas sem muito esforço pelos ciberciminosos. O software de gerenciamento de senha, como o Kaspersky Password Manager, auxilia a gerenciar várias senhas para que o usuário não as esqueça. Mas lembre-se: sempre combine letras, números e caracteres especiais.

• Faça o backup constantemente. Verdade. O ransomware continua a varrer a internet. No fim, quando um criminoso bloqueia acesso aos dados ao computador inteiro, vítimas e empresas entram em pânico e pagam o resgate para obter seus arquivos de volta. Por isso, faça backups, uma vez que o usuário consegue restaurar seus arquivos e continuar com suas atividades.

Além disso, a Kaspersky Lab listou três dicas complementares para que os usuários fiquem seguros não só nessa data, mas o ano todo, e aproveitem o melhor dessa tecnologia:

1. Tenha cuidado com o que você baixa. Um dos objetivos prioritários dos cibercriminosos é enganá-lo para realizar o download de arquivos maliciosos, ou seja, programas ou aplicativos que contêm malware ou tentam roubar informações. “Este malware pode ser disfarçado como um aplicativo, seja na forma de um jogo popular ou aplicativo que relata tráfego ou clima“, alerta Assolini. Como regra geral, não baixe aplicativos que pareçam suspeitos ou provenientes de um site em que você não confia.

2. Crie senhas fortes. O problema com as senhas é que as pessoas tendem a escolher senhas fáceis de lembrar (como “senha” e “123456”), que os cibercriminosos podem adivinhar sem muito esforço. Selecione senhas seguras que são difíceis de descobrir pelos cibercriminosos”, reforça Assolini. Um software de gerenciamento de senha, como o Kaspersky Password Manager, pode ajudá-lo a gerenciar várias senhas para que você não as esqueça. Mas lembre-se que para uma senha ser considerada segura, Assolini recomenda que ela seja única e complexa; em particular, deve ter pelo menos 15 caracteres e combinar letras, números e caracteres especiais.

3. Mantenha seu antivírus atualizado. Um software de segurança robusto, como o Kaspersky Internet Security multidispositivos, oferece proteção contra todas as ameaças, como a detecção e remoção de malware do seu PC, Mac e dispositivos móveis, desde que esteja atualizado. Tente atualizar o sistema operacional e os aplicativos que você usa regularmente, pois eles representam uma parte significativa da sua segurança online.

Assolini também recomenda que os usuários assumam o controle da informação que colocam na Internet. “Tanto os navegadores de Internet quanto os sistemas operacionais móveis oferecem configurações que permitem proteger sua privacidade online. Os usuários precisam saber usá-la da melhor forma”, complementa.

Para mais informações sobre navegação online segura, visite o blog da Kaspersky Lab.

Comissão divulgará Interlegis em mais de 20 cidades da região 

Mais de 20 cidades da região serão visitadas, até o início de junho, pela comissão do Legislativo itabunense instituída para organizar o Interlegis. A divulgação foi iniciada esta semana por Almadina, Itajuípe, Coaraci, percorrerá, inclusive, microrregiões vizinhas – Vitória da Conquista (Ibicuí, Iguaí e Poções) e Itapetinga (Itororó e Itapetinga).
“As cidades mais distantes de Itabuna, contactaremos por correio eletrônico e telefone”, explica o diretor administrativo da Casa, Erick Santos. Nas visitas, além de material institucional do Interlegis, são repassadas informações sobre a inscrição, oficinas e palestras. A comissão possui dez funcionários (efetivos e comissionados) além da vereadora Charliane Sousa (PTB).No Interlegis, entre 11 e 14 de junho, serão ministradas, gratuitamente, oficinas sobre Portal Modelo e Sistema de Apoio ao Processo Legislativo, voltadas para servidores. Segundo o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM/BA), as 41 câmaras municipais grapiúnas possuem 853 funcionários.

A receita da sorte

Luís Fernando Cordeiro*

Somos seres dependentes da repetição. Desde nossos processos biológicos à necessidade de se estipular uma rotina mínima para que a civilização funcione, tudo está relacionado a algum tipo de recorrência. O coração faz exatamente o mesmo movimento por toda a vida, a sociedade conseguiu medir o tempo pela repetição do nascer e pôr do sol todos os dias, e a natureza tem infinitos exemplos de como a rotina faz tudo funcionar. Logo, é inegável que a frequência e a rotina sejam inatas ao ser humano.

Mas, apesar da demanda natural pela repetição, há dois tipos de pessoas: as que a utilizam para fortalecer a preguiça e as que a transformam em ferramenta para alcançar o sucesso. O fato de dirigirmos todos os dias faz com que nosso cérebro e músculos passem a fazer a ação automaticamente. Mal percebemos que estamos trocando a marcha, olhando o retrovisor, pisando no pedal do acelerador, etc. Esse é um exemplo de como a repetição pode facilitar ações, reduzir o esforço. Por outro lado, o fato de uma ginasta repetir os mesmos movimentos, em todos os treinos, todos os dias, faz com que ela seja cada vez melhor no que faz. Simone Biles, considerada a maior ginasta de todos os tempos, treinou cerca de 32 horas semanais para conquistar o ouro na Olimpíada de 2016. Ela é um exemplo da utilização da repetição para alcançar o sucesso – e isso não é diferente em todas as outras áreas.

A máxima “a prática leva à perfeição” talvez seja uma das mais corretas presentes na sabedoria popular. Tudo exige esforço. Cristiano Ronaldo, melhor jogador do mundo em 2017, é conhecido por ficar mais tempo que os colegas treinando – segundo Felipão, “quanto mais treina, mais pede para treinar”. No entanto, quem não conhece a história do menino que aos 11 anos decidiu que seria o melhor do mundo, afirma que ele teve apenas sorte. Os estudantes que conquistaram os primeiros lugares nos vestibulares por terem passado o ano realizando testes e simulados também “devem ter tido sorte”. Estagiários que se tornaram presidentes de grandes empresas, como Laércio Cosentino, CEO da TOTVS, e Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music, “tiveram muita sorte na vida”.

A sorte é o encontro da oportunidade com a preparação. Se, ao surgir uma oportunidade, você não estiver preparado para ela, não há sorte, há chance desperdiçada. Se cada um dos exemplos citados acima não estivesse preparado para as portas que se abriram, hoje poderíamos dizer que tiveram sorte? De que adianta a melhor oportunidade da vida surgir para a pessoa menos preparada? Devemos criar nossas oportunidades por meio da preparação para o momento que elas surgirem. As vagas, os cargos, as medalhas e os troféus não serão entregues aos que não têm capacidade de suportá-los. A preparação, vinda da repetição, do esforço e do comprometimento, leva às pessoas aos patamares mais altos e mais disputados. Certo estava Thomas Jefferson ao afirmar que acreditava na sorte, uma vez que, quanto mais arduamente trabalhava, mais sorte tinha.

 

*Luís Fernando Cordeiro é orientador educacional e professor no Curso Positivo.